A renúncia do Papa Bento XVI pegou o mundo todo de
surpresa, criando uma sensação interna nos indivíduos do planeta, até então desconhecida
no bojo emocional. Pois o homem, que para muitos é o próprio DEUS, pede
demissão... com certeza não se pode ter a pretensão de deduzir que isso não irá
provocar reações pelo mundo. A questão é: Qual será o formato dessa reação? Qual
será o efeito social dessa causa? Esse é o ponto vital ou fatal desse fato.
Para muitas pessoas no mundo essa atitude pode ser
traduzida de uma maneira muito reacionária, pois se DEUS pediu demissão, quem
irá julgar os meus atos?... quer dizer que o paraíso não existe mais?... então
que vantagens terei em ser um bom homem?... e ai por diante, cada ser dará uma
interpretação diferente para esse ato, e isso com certeza provocará uma enorme
confusão mundial, talvez a maior de nossas vidas.
Eu
sinceramente não creio que uma instituição, que é a criadora do próprio
sistema, cometa atos de tamanha irresponsabilidade, não, não acredito nisso,
algo deverá vir por trás disso, com certeza.
Os argumentos de Bento XVI são muito fracos, não serão
digeridos tão facilmente entre os fiéis.
O ponto “G” dessa questão é:
Estaria
a Igreja tentando recuperar seu déficit chamando a atenção do mundo para si?...
Estaria se
confirmando o apocalipse?...
Estaríamos
diante da revelação do terceiro segredo de Fátima, tão protegido pelo
Vaticano?...
Enfim,
essa atitude abriu milhares de portas ao mesmo tempo em todos os campos sociais e no mundo inteiro.
Na
minha ótica, talvez muito limitada, eu acho que o coração do mundo está batendo
mais acelerado nesse momento, e sinceramente, o nível de dúvidas que isso
criará em todo o sistema, analisando em um primeiro momento, eu considero muito
perigoso, mas como diria a minha avó:
“Uma instituição desse porte jamais pregaria um prego
sem estopa”
O
prego já está ai, agora o mundo quer ver a estopa, e logo!...


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