O mundo está passando por uma crise tão
grande de fé, que a saída do papa nem sequer gerou muita apreensão, as pessoas
não estão mais interessadas nas causas religiosas, os argumentos fantasiosos
dos lideres religiosos não convencem mais o povo, a tecnologia abriu demais os
horizontes da raça humana, e o paraíso ficou cada vez mais inviável, tornou-se
um romantismo ingênuo.
A
falta de reação das pessoas aponta precisamente que não há mais espaço para
posturas fantasiosas, indica a necessidade de renovação, de um novo norte
espiritual, menos fantasioso e mais consciente, de uma inteligência espiritual.
O
ponto “G” dessa questão é, as instituições religiosas não tem como vencer a
tecnologia, não tem como estancar o desenvolvimento dos povos, e um povo que
abre demais a cabeça não se submete aos conceitos e pré-conceitos impostos
pelas ditas “casas de DEUS”...
Fabricar paraísos não será fácil nos
dias de hoje.

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