Em um país desnutrido de educação a tecnologia
excessiva pode ser prejudicial. Eu digo isso porque está aumentando de maneira
assustadora a quantidade de jovens que estão perdendo totalmente o interesse
pelo o que o sistema chama de ensino médio, ou de escola básica, pois o próprio
resultado da tecnologia está gerando uma sensação de que o que se aprende nas
escolas não serve para nada, e esse pode ser o ponto “G” dessa questão, pois
hoje qualquer pessoa, com ou sem escolaridade, aperta um botão, e já obtém
respostas exatas do que está querendo saber, e essa facilidade proporcionada
pela tecnologia acaba tornando-se por si só uma inimiga da educação, ou melhor
dizendo, do que o sistema chama de educação.
A
tecnologia não tem meios para retroceder, cada vez mais irá se posicionar com
ampla vantagem sobre todas as coisas, se não for tomada nenhuma medida imediata
ne sentido de estruturar a educação, de torna-la mais atrativa para os jovens,
o sistema terá sido vencido pela sua própria ganancia, então certamente iremos
nos lembrar da previsão de alguns sábios que diziam que o homem seria dominado
pela maquina.
A
tecnologia é necessária sim, mas também é necessário que se tenha uma sociedade
capaz de desfruta-la de maneira benéfica e construtiva, e sem uma reforma
educacional isso será impossível, pois até mesmo nos países mais desenvolvidos
na educação básica, ainda assim falta a inteligência emocional, que no meu
ponto de vista, deveria ser matéria básica nas escolas.
Para terminar essa matéria, deixo a seguinte
pergunta:
“será que já não estamos reféns de meia
dúzia de homens expertos que nos encantam com o brilho tecnológico, nos
tornando cada vez mais desnecessários, criando novos valores emocionais e nos
distraindo com brinquedinhos inteligentes?, ou será que o sistema educacional
do país está tão deficitário que não serve mais para nada?.”...
Eis o ponto “G” da questão.

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